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    Após PSOL, PT contesta na Justiça a lei de escolas cívico-militares em São Paulo

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    Partido argumenta que o modelo fere princípios constitucionais e legais, acarreta custos elevados para o Estado e prejudica a liberdade e o desenvolvimento dos estudantes

    DEYVID EDSON/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

    O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), sancionou nesta segunda-feira, 27, a lei que estabelece escolas cívico-militares no Estado

    O governador Tarcísio de Freitas afrima que a proposta visa aprimorar a qualidade da educação e preparar os estudantes para a vida em sociedade

    O PT (Partido dos Trabalhadores) entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade no STF (Supremo Tribunal Federal) contra a lei do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que estabelece escolas cívico-militares estaduais. A sigla argumenta que o modelo fere princípios constitucionais e legais, acarreta custos elevados para o Estado e prejudica a liberdade e o desenvolvimento dos estudantes. Aprovada pela Assembleia Legislativa de São Paulo, a lei prevê a criação de 50 a 100 unidades no novo formato até 2025. O PT questiona a obrigatoriedade da escolarização militar, equiparando-a à antecipação do serviço militar obrigatório, e levanta questões legais, de eficiência e de conflito com a gestão democrática do ensino.

    Além do PT, o PSOL também solicitou a suspensão do programa, alegando que a legislação das escolas cívico-militares vai de encontro à Constituição Federal e à Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Por outro lado, Tarcísio de Freitas defendeu a constitucionalidade da lei, argumentando que ela apenas estabelece um modelo de gestão escolar com atividades extracurriculares voltadas para a formação cívica dos alunos. O governador ressalta que a proposta visa aprimorar a qualidade da educação e preparar os estudantes para a vida em sociedade.

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    A discussão em torno das escolas cívico-militares em São Paulo tem gerado polêmica e dividido opiniões. Enquanto o PT e o PSOL contestam a constitucionalidade e os impactos do modelo, Tarcísio de Freitas destaca os benefícios da iniciativa para a formação dos alunos. A implementação das unidades cívico-militares no Estado tem sido alvo de debates acalorados entre os defensores e críticos do projeto, que levantam questionamentos sobre a autonomia das escolas, a formação dos estudantes e a adequação do modelo ao contexto educacional brasileiro.

    Publicada por Felipe Cerqueira

    *Reportagem produzida com auxílio de IA

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