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    Lula presta “solidariedade” ao presidente da Colômbia e lembra impeachment de Dilma

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    Em meio à abertura de uma investigação contra o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) usou as redes sociais para prestar solidariedade a seu colega.

    Segundo Lula, seu ato vem “como alguém que já foi vítima de todo tipo de perseguição política”. “Não se pode abrir mão do devido processo legal, ainda mais quando o que está em jogo é a vontade do povo expressa democraticamente pelas urnas”, escreveu Lula nesta quinta-feira (10).

    Qual é a acusação contra Petro?

    Na terça-feira (9), o órgão eleitoral da Colômbia decidiu abrir uma investigação contra Petro e sua equipe por supostas irregularidades no financiamento da campanha presidencial de 2022.

    A acusação é de que a campanha teria ultrapassado o limite de gastos eleitorais e omitido prestações de contas cruciais, incluindo pagamentos a testemunhas eleitorais.

    Na Colômbia, a entidade responsável por investigar o presidente da República é a Comissão de Acusações da Câmara de Representantes, que deverá avaliar se existem ou não motivos para iniciar um processo formal de acordo com a decisão do CNE.

    Em resposta à decisão, Petro disse que havia começado “um golpe de Estado”.

    Como alguém que já foi vítima de todo tipo de perseguição política, manifesto minha solidariedade ao presidente @petrogustavo. Não se pode abrir mão do devido processo legal, ainda mais quando o que está em jogo é a vontade do povo expressa democraticamente pelas urnas. Lembro…

    — Lula (@LulaOficial) October 10, 2024

    Comparação com Dilma

    Em sua mensagem a Petro, Lula também lembrou o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT), o qual, em sua opinião, foi “sem fundamentação legal”. Na sequência, para Lula, começou um período de instabilidade no Brasil.

    “Lembro que, em 2016, a presidenta Dilma foi vítima de um processo de impeachment sem fundamentação legal e esse foi o início de um período turbulento e traumático na história do Brasil”, escreveu.

    Relação entre os presidentes

    Lula e Petro têm ficado mais próximos nos últimos meses. Ambos, por exemplo, têm articulado encontros para tratar sobre a situação política na Venezuela.

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