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    BC fez diligência de riscos tomados pelo Master, diz Loyola

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    Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central (BC), abordou a recente aquisição do Banco Master pelo BRB, lançando luz sobre os procedimentos de supervisão bancária e as implicações desta transação para o setor financeiro brasileiro.

    Loyola expressou confiança na capacidade da autarquia em tomar decisões técnicas e independentes, livres de interferências políticas.

    “O Banco Central vai examinar quais são os benefícios que essa operação traz, quais são os malefícios eventuais, vai pesar os dois lados”, afirmou ao CNN Money.

    O ex-presidente destacou a evolução significativa da supervisão bancária no Brasil. Segundo ele, o BC mantém um acompanhamento próximo das instituições financeiras, o que o capacita a tomar decisões mais informadas sobre operações como a compra do Banco Master pelo BRB.

    Liquidez e balanço do Banco Master

    Questionado sobre a capacidade do Master de cumprir suas obrigações em relação aos CDBs, Loyola enfatizou a recente divulgação do balanço da instituição.

    Ele ressaltou que os balanços são auditados por empresas renomadas e acompanhados de perto pelo BC.

    “Evidentemente, acho muito improvável que o Banco Central tenha admitido o registro de um ativo, por exemplo, um digno insolvente, mas um ativo que seja muito fora do preço”, pontuou Loyola.

    Proteção do BRB na aquisição

    Loyola também chamou atenção para as cláusulas contratuais que protegem o BRB na transação. Segundo ele, o BRB reservou o direito de colocar de lado ativos que julgue mais arriscados ou inadequados à operação do banco.

    “Então, acredito que ele consegue se proteger disso. Ele não está fazendo uma compra aparentemente a cegas, comprando um banco de porteira fechada, sem fazer o mínimo de diligência naquilo que é comum em operações da espécie”, concluiu.

    Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

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