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    Saiba o que é câncer em remissão, como no caso de Kate Middleton

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    Nesta terça-feira (14), a princesa Kate Middleton do Reino Unido anunciou que o câncer está em remissão após o tratamento. Ela ainda destacou que continua focada na recuperação para se adaptar ao “novo normal”.

    “Como qualquer um que tenha passado por um diagnóstico de câncer sabe, leva tempo para se ajustar a um novo normal. No entanto, estou ansiosa por um ano gratificante pela frente. Há muito o que esperar. Obrigada a todos pelo apoio contínuo”, declarou em publicação nas redes sociais.

    Mesmo anunciando a remissão de seu câncer, Kate Middleton deve continuar o tratamento, já que ainda não é considerada curada da doença. Entenda o que o termo “remissão” significa nesse caso.

    A remissão do câncer é caracterizada em termos gerais pelo desaparecimento do câncer, seja pelo exame clínico seja pelos exames de imagem ou por alguns marcadores tumorais sanguíneos como, por exemplo, o TSA no câncer de próstata”, explica o Dr. Fernando Maluf, oncologista do Albert Einstein, à CNN.

    O médico acrescentou portanto, que a remissão significa o desaparecimento do tumor através de alguns métodos de avaliação da viabilidade do mesmo. “Mas, remissão completa, ou seja, o desaparecimento não significa cura porque depois de algum tempo, meses ou um ano depois, o tumor pode ressurgir”.

    Segundo o oncologista, a cura “é um conjunto de remissão completa mais durabilidade de remissão”. Dr. Fernando Maluf ainda explicou que o tempo para que se tenha certeza que o tumor não voltará é variável, dependendo de cada caso.

    “Tem tumores que tem uma chance de retorno mais rápido e mais lento, isso é muito específico para cada tipo de câncer e o que a gente vêm desenvolvendo hoje é um teste chamado biópsia líquida“.

    O oncologista explica que a avaliação identifica de “modo muito sútil fragmentos de DNA de uma célula tumoral circulante para avaliar se além do exame de imagem, de sangue e clínico não tem mais nada, se não sobrou nenhum vestígio de uma célula tumoral circulante. A biópsia líquida ainda está sendo estudada e deve ser usada na rotina nos próximos anos”.

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